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Alerta de cafés fakes

Categoria: Você sabia?

Nos últimos meses, um tema tem preocupado toda a cadeia produtiva do café e chamado atenção das autoridades de saúde: os cafés falsificados, ou simplesmente, cafés fakes. A Anvisa, inclusive, determinou o recolhimento de lotes desses produtos após identificar a presença de micotoxinas perigosas à saúde.

O que é um café fake?

O chamado “café fake” não é café de verdade — pelo menos, não 100% café. Trata-se de um produto que mistura café arábica ou robusta com outros elementos estranhos, como madeira, casca de café, grãos estragados, terra, milho ou até mesmo pedras trituradas. O objetivo? Reduzir custos de produção e aumentar os lucros de forma fraudulenta.

Esses produtos chegam ao mercado geralmente mais baratos, mas não passam pelo controle de qualidade exigido pelas autoridades e podem colocar a saúde dos consumidores em risco.

Risco real à saúde

Segundo investigação recente publicada pelo portal VivaBem/UOL, a Anvisa detectou níveis alarmantes de ocratoxina A, uma toxina produzida por fungos que podem causar problemas renais e até câncer se consumida em grandes quantidades e por longos períodos. Essa toxina surge especialmente em grãos de baixa qualidade, mal armazenados ou contaminados, o que mostra a importância do trabalho rigoroso realizado aqui na Leme Armazéns Gerais, desde a recepção até o preparo do café cru para exportação.

Outros “fakes” que encontramos no dia a dia

Esse problema não é exclusivo do café. Outros alimentos também enfrentam versões “falsas” ou adulteradas:

> Chocolate ou produtos que levam chocolate: alguns produtos usam mais gordura vegetal do que cacau sem informar corretamente no rótulo. Alguns até colocam de forma escondida a informação “sabor chocolate”.

> Leite condensado fake: misturam soro de leite e amido, reduzindo a qualidade e o valor nutricional. Rotulados algumas vezes como “Mistura Láctea Condensada”

> Mel falsificado: muitas vezes é só xarope de glicose aromatizado, sem nenhum benefício real.